The Madonna Treasures 3 (A Collection Of Demos, B-Sides, Rare & Unreleased Tracks)



Para celebrar o 59º aniversário de Madonna nada melhor do que o 3º volume de Madonna Treasures.

Esse volume passa pelas eras de Like A Prayer a Erotica, com 15 faixas.

Supernatural abre o album em sua versão rara encontrada apenas no single de Cherish. Em 1992 a compilação Red Hot + Dance foi lançada e incluiu um remix para Supernatural, (Original Arms House Mix) que é a versão mais conhecida.

Recentemente uma suposta versão demo de Express Yourself vazou, embora não foi confirmada como demo oficiail os vocais são diferentes e verdadeiros.

A linda Dear Jessie também vazou anos atrás em uma versão alternativa.

A ideia inicial para a coletânea The Immaculate Collection era apresentar 3 músicas inéditas, Justify My Love, Rescue Me e Get Over; infelizmente o produto final apresentou apenas duas. Get Over então foi doada para o cantor Nick Scotti que já foi namorado de Madonna. Madonna não apenas contribuiu com uma composição como também participa na música. A versão apenas com Madonna nunca vazou.

O single de Justify My Love apresentou um remix diferente, The Beast Within Mix que na verdade é uma faixa completamente nova, Madonna lê passagens do livro de Apocalipse. Uma das melhores gravações de Madonna e já usadas em The Girlie Show e Re-Invention Tour. Não podemos falar o mesmo de Queen's English que Madonna gravou com seus dançarinos da Blond Ambition, Jose e Luis. A faixa está presente nesse album.

Shake Your Head é outra raridade qe foi lançada no início dos anos 90 mas que Madonna gravou antes do estrelato.

Chegamos então a era Erotica e suas muitas demos.
Erotica tem várias demos e títulos, foi lançada oficialmente como Erotica. Erotic, com letra diferente foi vendido junto com o livro Sex. You Thrill Me é a demo mais famosa e Madonna até a usou na performance incrível em Confession On A Dancefloor. Em Março desse ano o produtor Junior Vasquez vazou em soundcloud uma demo inédita para Erotica chamada Love Hurts.

Outras demos incluidas são Deeper And Deeper, Bye Bye Baby, Bad Girl conhecida como Cheat/Drunk Girl e a linda Rain.

Esse album super quente termina com Up Down Suite, uma super dub de 12 minutos lançada apenas no maxi single de Rain. É uma Dub da faixa Goodbye To Innocence, gravada nas sessões para Erotica e que foi lançada apenas em 1994 na coletânea Just Say Roe.

HOLIDAY SHARE & Twenty5AndMore continuarão a celebrar o aniversário de Madonna com muitos outros Treasures, fiquem ligados :)

Feliz anviersário Madonna, parabéns a todos nós.




Parabéns, MADONNA! (Por Elenilson Nascimento)



PARABÉNS, MADONNA!

“Talvez ela seja tão odiada por ainda ser relevante e fazer sucesso após 30 anos de carreira, sobrevivendo às pancadas do próprio público, da indústria fonográfica, da imprensa e do preconceito com a idade. E, principalmente, por ser uma mulher bem sucedida.”
Por Elenilson Nascimento

Hoje, 16/08, Madonna completa 59 anos de idade e mais de 30 anos nas paradas de sucesso e na minha vida! Ontem, em casa, toquei o seu histórico disco “Like A Prayer”, lançado em 1989. E de pensar que ela sempe foi uma recolucionária e de todas as piadinhas ordinárias que eu sempre ouvi durante a minha vida inteira por gostar tanto de uma “puta”. Mas que estrela de primeira grandeza ela se tornou! Se tivesse sido chamada para o cinema em vez da música pop boa que sempre fez, talvez teria sido engolida pelo sistema.

Muitos fãs de música pop e modenidades descartáveis das rádios FM de hoje ainda continuam pensando que o gênero tem uma década de idade ou até menos, que foi magicamente trazido ao mundo por algum tipo de divindade musical, tipo Gagas, Britneys, Arianas, Keshas, Beyoncés, Lordes, Adeles e afins, que pariram todo um estilo de música pop dançante e colorido nestes anos 2000, com vídeos espalhafatosos no Youtube (*gostava mais da MTV) e centenas de discos que parecem serem o mais do mesmo.

Esses mesmos fãs com informações retiradas de redes sociais massacram Madonna de todas as maneiras possíveis: alguns acham que ela já está velha demais, que não faz mais sucesso porque perdeu a ambição, que menospreza os outros gêneros ou porque simplesmente vive dos anos 80. Ou no fim das contas, simplesmente a acham uma puta ridícula, alguém que poderia simplesmente cair no esquecimento. Ledo engano. Madonna sempre foi atual, aliás, revolucionária! Mas essa gente sem cor e que ignora e despreza alguém que foi capaz de transformar o cenário da música,  abordar assuntos que a sociedade ainda quer esconder, levantar a bandeira gay, bater de frente com a Igreja ("Devil Pray" e "Like a Prayer"), simular sexo no palco (“Like A Virgin”) para falar de liberdade, entrar na Cabala, sair da Cabala, adotar crianças pretas, abordar a AIDS ("In This Life"), o mundo dos sonhos ("Bedtime Story"), família ("Inside Of Me”, “Keep It Together”, "Oh Father", "Promise to Try") e claro, crítica social de verdade e na cara ("Swim", "American Life", "Hollywood", "Give Me All Your Luvin’"), não temendo governo, indústria fonográfica ou o próprio Vaticano, além de sempre abordar o amor, solidão, ciúme, vontade de dançar e se divertir, além de sexo, claro. Mas muito além do lugar comum, vale ressaltar. Madonna fez muito mais do que todas as estrelinhas do pop de hoje conseguiriam e que as suas estreitas mentes de Facebook podem imaginar.


Você provavelmente deve ter adorado quando a Katy Perry lançou o vídeo com a Gretchen, todo filmado em Salvador, não é mesmo? Se for daqueles fãs mais doentes, deve deixar o vídeo no repeat para gerar visualizações. Acertei? Mas espero que esteja ciente que foi Madonna uma das responsáveis por tornar os videoclipes musicais obras complexas, caras e artísticas. Até o comecinho da década de 80, os chamados clipes nada mais eram que vídeos dos artistas cantando ao vivo. E só! Vendo o potencial que esse formato tinha, Madonna começou a investir nesse formato, sendo "Like A Virgin" (1985) um dos primeiros videoclipes no formato atual, praticamente inaugurando a MTV.

Lembram da Madonna saindo de cima de um bolo e rolando no palco cantando  “Like A Virgin”? Pois ela foi chamada de puta pra baixo só por causa disso! Mas não parou por aí, ao longo de sua carreira, com vídeos antológicos, como “Papa Don't Preach” e “La Isla Bonita” (1986), “Like A Prayer”, “Express Youself” e “Cherish” (1989), “Vogue” (1990), “Justify My Love” (1991), “Erotica” (1992), "American Life" (2003), “Ray Of Light” e “Frozen” (1998), “Ghosttown” (2015) e “Bedtime Story” (1994), sendo que este último incluso no acervo permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA). Ou seja, 1000 entre 1000 cantoras do pop são visceralmente influenciadas pela única Rainha, que é simplesmente o útero que gerou a música pop como a conhecemos.

Até a década de 80, os grandes artistas tinham shows simples, compostos apenas por cantor, banda e quando muito um par de dançarinos. Mas desde a primeira turnê, em 1985, Madonna já mostrava para que estava ali nos palcos. Contudo, foi mesmo no ano de 1990, que ela transformou o cenário das produções de shows com a sua “Blond Ambition Tour” e inaugurou a era de concertos extravagantes, com muitos dançarinos, efeitos especiais e trocas de roupa. E esses são apenas alguns bons motivos pelos quais Madonna é um verdadeiro monumento da história da música. Talvez ela seja tão odiada por ainda ser relevante e fazer sucesso após 30 anos de carreira, sobrevivendo às pancadas do próprio público, da indústria fonográfica, da imprensa e do preconceito com a idade. E, principalmente, por ser uma mulher bem sucedida. 



Ninguém é obrigado a gostar de Madonna, com também não é obrigado a gostar de livros, da cor azul, de chocolate, de ficar nu em casa, mas esse não é um texto baseado em gostos, e sim em fatos. Sua última turnê, “Rebel Heart Tour” (2017), por exemplo, nem chegou a ser cogitada para vir ao Brasil mas foi sim negociada pela Time For Fun e a equipe da cantora, porém já sabemos que a T4f é problemática. Todas as turnês de artistas internacionais que essa empresa organiza no Brasil acontece algum tipo de barraco. Uma fonte que trabalha na vinda do U2 para o Brasil ainda este ano me contou que o nome de Madonna, que antes aparecia no planejamento para o Rock In Rio, sumiu do mapa. E os motivos são, como quase tudo nesse segmento, de ordem econômica. Primeiro porque Madonna custa caro para um país no esgoto econômico e com um governo pifío como o Brasil. Para o organizador do show, porque precisa trazer o show completo — ela faz questão de apresentar aqui tudo igualzinho, tintim por tintim. E isso encarece a operação e, consequentemente, o preço dos ingressos tende a subir. Numa fase em que o Brasil vai mal das pernas economicamente, o risco de os ingressos encalhar aumenta exponencialmente. Como o tempo que vivemos é das vacas magras, arranjar patrocinadores também anda complicado. Nossa fonte informou também que nem mesmo uma gigantesca cervejaria aceitou botar dinheiro na jogada. Até nos Estados Unidos as vendas de ingressos não foram nenhuma maravilha. Pensando nisso, a equipe de Madonna deu uma mexida na agenda internacional e colocou como prioridade locais aos quais a artista não ia há muito tempo. A Austrália, por exemplo, que não tem turnês dela desde 1993. Contudo, nós já tivemos Madonna por aqui em 1993, 2008 e em 2012, mas como fã, torço para que tudo isso mude e a gente tenha chance de vê-la por aqui novamente falando “bunda suja”. Mas a perspectiva atual, infelizmente, não é das mais animadoras. A T4f não quis se pronunciar a respeito. Afirmou apenas que jamais houve confirmação de que Madonna viria ao Brasil com a turnê e nem para o Rock In Rio.


E mesmo odiando a única Rainha do Pop, você é obrigado a reconhecer seu pioneirismo, atitude, ousadia e seu impacto, afinal, o pop como você conhece hoje simplesmente não existiria sem ela. Por essa razão e por outras mais, Madonna está no mesmo patamar de Elvis, Michael Jackson, Beatles, Stones, Sting, George Michael, U2, Prince, Bowie e Whitney Houston: não apenas grandes e rentáveis artistas, mas ferramentas de reconstrução do pop e parte fundamental da história da música. E como impedir que os seus poemas de amor virem cartões fúnebres? Como evitar que a AIDS, por exemplo, que Madonna sempre alertou, continue sendo tratada como uma coisa patética e controlável. Ledo engano! Mas dessa vez, não espere que ela morra para valorizá-la. Salve Madonna!

* Elenilson Nascimento é jornalista, blogueiro, autor de “Clandestinos”, “Memórias de um Herege Compulsivo”, “Poemas Perversos Para Cartas de Amor” e outros, além de fã de Madonna. Contato: https://www.facebook.com/elenilson.nascimento.33

 #LiteraturaClandestina #Madonna


The Madonna Treasures 2 (A Collection Of Demos, B-Sides, Rare & Unreleased Tracks)



Quinta super quente no HOLIDAY SHARE e Twenty5&More!

O segundo volume de Treasures está prontinho para vocês. Esse volume é bem diversificado visitando várias eras.

Ain't No Big Deal, o famoso quase primeiro single de Madonna abre o album em sua versão Demo preparando o caminho para conhecermos algumas demos do The First Album, são vários mas as melhores foram escolhidas para esse album: Borderline, Lucky Star e Physical Attraction.

Burning Up aparece na versão lançada no vinil, é super rara. Podemos considerar que Burning Up tem duas versões oficiais porquê esta é diferente da versão em CD. Curiosamente o mesmo acontece com Everybody que na versão oficial tem 4:57 de duração mas na versão remasterizada foi incluída uma versão de 6:02.

Crimes Of Passion, uma das melhores faixas da era Pre-Madonna não poderia faltar.As demos de Into The Groove e Stay estão presentes mas essa versão de Stay não é a gravada em 81 é uma versão que vazou a pouco tempo, diretamente das sessões de Like A Virgin. Love Makes The World Go Round também está presente em sua versão demo.

O restante do album é repleto de colaborações de Madonna: Sidewalk Talk, a linda Each Time You Break My Heart apenas com a voz de Madonna, Promises Promises, músicas da banda new wave Naked Eyes ganhou vocais de Madonna (antes da fama) mas apenas lançada anos depois em sua versão Jellybean 12” Mix.

Madonna, já famosa emprestou sua voz para Scheherazade de Peter Cetera (aquele de Glory Of Love) mas foi creditada no album como Lulu Smith.

É muita música, é muito material raro ou nem tanto mas que adoramos rever. Treasures Vol. 2 está quentíssimo, semana que vem tem mais.





RE-POST: The Rain Tapes (Fake)


Todos sabem que segunda-feira é o dia do re-post especial no HOLIDAY SHARE e hoje com um material especial postado pela 1ª vez em 2010.

Entre o final de 1991 e início de 1992 Madonna estava no estúdio gravando as sessões de seu próximo album que ficou chamado de Erotica.

Anos atrás algumas faixas demo dessas gravações vazaram e ficaram conhecidas como The Rain Tapes, o curioso é que ficou provado que a maioria eram
fan made, fakes mas ainda assim muito boas.

são mais de 20 faixas mas apenas algumas são verdadeiras demos. De qualquer modo é um material bom de ter.




























The Madonna Treasures (A Collection Of Demos, B-Sides, Rare & Unreleased Tracks)


Agosto, o mês do aniversário de Madonna mal começou e olha essa parceria super quente entre HOLIDAY SHARE e Twenty5&More! Os dois blogs se uniram mais uma vez para comemorar o aniversário de Madonna em grande estilo, antológico.

Depois de muitas conversas e pesquisas o resultado final ficou belíssimo e obrigatório para sua coleção. Com alegria e simultaneamente lançamos THE MADONNA TREASURES (A Collection Of Demos, B-Sides, Rare & Unreleased Tracks).

Neste 1º volume estão reunidos faixas raras e demos da era Pre-Madonna, tão importante para o desenvolvimento do talento e segurança de Madonna. A proposta dessa coletânea é apresentar o melhor das raridades e por isso, neste volume; 15 faixas foram especialmente escolhidas.


Sou suspeito em falar sobre essa fase, eu adoro esse lado punk de Madonna. Revisamos toda essa era em todo o mês de Janeiro desse ano, relembre AQUI.

A primeiras gravações de Madonna como Get Up, High Society e Love On The Run estão presentes assim como faixas com sua banda Emmy & The Emmys. Algumas faixas que foram lançadas por Stephen Bray no album Pre-Madonna também estão inclusas. É do conhecimento de todos que Ain't No Big Deal quase foi lançado como o 1º single de Madonna e felizmente foi trocada por Everybody, as demos das duas músicas você encontra aqui. Além de ouvirmos a evolução de Everybody, o album apresenta ainda as demos de Burning Up e Stay; muito diferentes de suas versão oficialmente lançadas.


A arte seguirá o mesmo padrão para todos os volumes e são lindas. Vocês vão amar esses lançamentos especiais. Alê e Inco mais uma vez juntos para apresentar o melhor presente de aniversário para todos vocês :)

ZIPPYSHARE


American Life Part II (IMP Version '17)


Agosto começou e as postagens para celebrar o aniversário de Madonna estão a mil, esperamos ter tempo para produzir tudo o que desejamos.

Desde cedo Madonna foi uma mulher com muita atitude e expressando sua verdade. Em mais de 30 anos de carreira e quase 59 anos de vida muitas foram as facetas de Madonna e uma das mais marcantes foi a Madonna militante apresentada em American Life

Nessa vibe chegou a hora de lançar a 2ª parte do single para American Life. 
Oito versões foram incluídas, produções de Lukes, R*A entre outros e duas versões ao vivo incríveis tiradas da American Life Promo Tour.




WORLD PREMIÈRE: Get Together (PATRICK SAMUEL Anti-Remix) + Exclusive Interview




THE PREVIEW:
Conforme comentamos na semana passada chegou o momento de uma entrevista exclusiva com Patrick Samuel e um preview de sua nova compilação.

Semana passada você curtiram Patrick Samuel no HOLIDAY SHARE com um single maravilhoso e intimista para Rain.

Patrick Samuel está preparando o lançamento de uma compilação de remixes inéditos chamado The Gift Of Love e para aumentar nossa curiosidade o remixer cedeu um remix inédito como uma preview para esse super lançamento. 

O remix excolhido é Get Together, Patrick deixou de lado a identidade dance da faixa e a trabalhou de maneira que ficou mais tensa, teatral. O remix é fantástico e deixa no ar o que ouviremos no novo album. Get Together é um lançamento exclusivo, não estará presente no album. 

A entrevista com Patrick foi muito especial, Patrick fala sobre sua vida, remixes, pintura, lutas pessoais e sobre como foi trabalhar com Dubtronic em Isaac; 1º single de The Gift Of Love. Uma entrevista muito sensível e especial.

Patrick, my friend, thank you for your support and amazing remixes.




THE INTERVIEW:
Welcome Patrick, can you tell us a bit about yourself? Where do you live and what do you do?
My name, as you know, is Patrick Samuel, I live in London with my two best friends including a lively 3-year-old Belgian Malinois called Chase who provides a lot of fun and mischief. What do I do? I create art; sonic and visual, using a range of materials. I’m on the autistic spectrum, I have Asperger’s Syndrome so my work is quite sensory-based and I find that’s an integral part of learning to cope with my condition when living in a city that can be overwhelmingly loud, crowded and intrusive. Thankfully I live on the outskirts where there are enough green spaces such as dense forests and parklands and quiet spots like libraries, churches and cemeteries that I can always take refuge in when those other things get too much.

What can you tell us about how you got started?
I’ve always been creative. From an early age, I think my mom recognised I was different but couldn’t quite put her finger on it. She taught me how to paint and draw. I guess it calmed me as I was hyperactive. I remember doing things like potato prints with her and sticking rice and macaroni onto card to make collages. My early life was filled with creative pursuits and it was positively stimulating, unless I had to mix with other kids.

At school I was the same. Gifted with a 164 IQ on the Wechsler Intelligence Scale, but sadly never really challenged because it was my lack of social skills that held me back. High IQ coupled with low EQ scores don’t make for happy kids. I was hyperactive, frustrated, anxious and short-tempered so teachers and other kids had little patience in dealing with me.

With music I was self-taught. At high school I liked to sit at the piano and create patterns, codes and palindromes. No one ever taught me how to play but that never prevented me from composing my own music for my own pleasure, and often therapy. In the early 90s I used to cut up the reels from cassette tapes and splice them together to create my own dub mixes and whilst doing that I figured out accidently that I could flip the reel and the tapes would play backwards. That got me interested in musical compositions with string arrangements, woodwind instruments and percussion that could easily be reversed and played around with.


Eventually I progressed on to vinyl and then CD decks for my mixing, but it was the arrival of digital audio workstations (DAWs) that really changed how I worked with music. The internet allowed me to share my work for the first time on platforms such as Napster, MIRC and AudioGalaxy where I started to earn a following. I was the first to create concept remix albums in the Madonna online fan community with The Day of Creation (2001), a collection of remixes featuring The Beast Within, If You Forget Me and I’m not sure what else was on there, it was quite a while back. I followed it up with The Second Coming (2001) and a collection of instrumentals on The Drowned World (2002).

By 2005, with Metatempus, my output was quite vast but looking back on it, a lot of it was rather disposable in technical terms. The audio wasn’t really mastered, bass was usually too loud and sometimes the tracks were just too long. I was doing events as well (film and music related) and tried my hand at being a DJ, but found the experiences overwhelming as people would approach me to talk or ask for things to be played. I didn’t really enjoy the social aspect of it. Oftentimes in situations like this I’d have a meltdown and involuntarily self-harm. It takes someone with a lot of patience and strength to handle me as my condition is complex and my behaviour can be challenging. Thankfully, I have a friend who’s been giving me this kind of care and support for the past 15 years. And Chase is trained to provide emotional support too. I’m very lucky there.

My last real project was in 2010 with Dream Sequences (which took 3 years to complete), sadly it didn’t get the promotion it deserved because I was so busy working on other things like Static Mass (an online academic film journal and community), a short film 1428 Elm Street (an excerpt was included on the bonus disc for the official Nightmare on Elm Street franchise documentary Never Sleep Again: The Elm Street Legacy) and its accompanying soundtrack score.

What have you been up to in recent years?

In 2013 I started work on some new remixes, but I felt in no rush to put them out there. I like to take my time and let things develop. That’s something I’ve learned with my work; don’t rush it because you want it out there. I don’t mind if people forget me or my past contributions to the community. If it’s good, it’ll be remembered. I also don’t like to compose music over existing music so I prefer to wait for multitracks or vocal stems to leak so I can use them. In a few cases I was able to obtain some expertly filtered tracks which I was able to use. The project is now complete, and has been since 2016. Altogether there were over 30 tracks remixed since 2013 but only 19 of them will appear on the album. It’s called The Gift of Love.

I’m almost ready to release it, what’s also keeping me from putting it out is time. The past 12 months have been the hardest of my life. There’s been a lot to cope with and to recover from, including PTSD and a suicide attempt in December. I’m quite open about it now and I don’t care if it makes others uncomfortable. For a long time, I couldn’t express verbally what was going on with me, but since December 23rd I’ve been doing daily Art Therapy which has been helping me with coming to terms with how my brain works and how I need to change the way I do things. I now focus solely on creating art; day in, day out. Once I started to forget about myself and let things go, I saw how it inspires and affects others who have been experiencing similar difficulties, and through that I started to change.

I’ve been exhibiting my paintings and drawings. First at an exhibition organized by Orchestrated Acts of Kindness to raise awareness of autistic spectrum disorders called Art for Autism, then a few other festivals. I have my first solo exhibition coming up at the Dugdale Centre in North London, it’s called ‘Escape and Return’ and it will run from 7th of November to 2nd December this year. I’m very excited about that. My album, Beyond the Spectrum will be officially released on August 8th, the CD contains 19 songs as well (I like prime numbers!) and is housed in a beautifully designed digipak featuring my paintings on the front, back, inside and on the disc itself. Thanks to the kind folks at The Disc Factory for that, they made my dream come true there and I’d highly recommend their CD duplication service to anyone looking to get their music out there on physical releases. I’ve also been giving interviews and have become somewhat of a motivational speaker, my first talk was at the Autism Show in London in June and there a few more coming up in the autumn. So somewhere in between all of that, I’ll have to nail down a proper release date for The Gift of Love and the first singles, Isaac, which was a collaboration with my friend Dubtronic. It’s an epic track with complex layers and intricate textures and I learned a lot from this collaboration with him. He’s a great guy!

Along the way there’ve also been other remixes I’ve produced this past year. Massive Attack’s Teardrop, Britney Spears’ Alien, Radiohead’s Creep and Cher’s Believe. I call them anti-mixes as they’re completely stripped of anything that sounds like the original tracks. They’re much more symphonic. I like to call it ‘music for the neuro-diverse’.

So there’s been a lot of things happening. A complete turnaround from where my life was at a year ago and that’s thanks to a huge amount of emotional support, creative sponsors and a lot of Art Therapy.

What message do you have for the Madonna fan community?


To have an open heart and an open mind. To listen without prejudice. To think before we act. To celebrate our differences and embrace each other for the gifts these differences bestow upon us. To recognise neuro-diversity and to practice kindness and humility.

I hope they will enjoy The Gift of Love, I chose that title specifically because I felt that’s what the songs were, gifts of love. I also hope that this time round I’m more able to interact with them. So please, do send me messages, leave me comments, write to me, and together with my friend, we’ll do our best to respond to everyone.

The National Autistic Society website has a wealth of information and resources widely available to everyone. There’s so much that people don’t understand when it comes to autism, starting with the fallacy that we don’t have empathy. We’re overloaded with empathy and a desire to connect with others. I know I am.

I’d also like to thank everyone for their support, their understanding and patience. And thank you Inco, for waiting for me! It’s been a long time coming but am glad to have “made it through the wilderness” to be here and share my story with you and your readers.

patricksamuel.net

nas.org.uk 



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