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quarta-feira, 11 de outubro de 2023

COUNTDOWN The Celebration Tour - MDNA TOUR







A CONTAGEM REGRESSIVA para The Celebration Tour começou, em 3 dias Madonna mostrará mais uma vez ao mundo o porquê ela é a Rainha do Pop. Nessa contagem regressiva postarei aqui e no blog o meu TOP5 dos melhores momentos de cada tour e incluirei um momento que poderia ter sido melhor.

Ainda que não parecesse muito interessada no album MDNA, Madonna veio com tudo com MDNA TOUR, agora mais uma vez como DIVORCED GIRL. MDNA TOUR pode ser entendida como uma continuação da gótica Drowned World Tour já que a mesma foi descrita como uma jornada da alma das trevas para a luz. Mais uma vez a tecnologia se apresentou inovadora com rampas/telões que serviam de cenário. A tour foi criticada pela violência expressa em suas performance e críticas políticas apesar disso foi um grande sucesso e em 88 shows lucrou 305 milhões de dólares. Shows na Australia chegaram a ser cogitados para o início de 2013 mas foram cancelados posteriormente.

 

TOP 5

 

1 I DON'T GIVE A

Mais uma vez destaco o quanto apenas Madonna é o show completo. Em I Don´t Give A, vemos uma Madonna furiosa, de salto alto no meio do palco com guitarra nas mãos. Querem entender o que é "presença de palco"? Assim a essa performance. Uma música com grande potencial para single que acabou sendo esquecida.

 

2 GANG BANG

A performance apresenta tanto elementos teatrais que é impossível não lembrar de Blond Ambition, só por isso já entra no TOP 5.

 

3 EXPRESS YOURSELF

Que versão gostosa de ouvir, leve, divertida e ainda apresenta Madonna cantando Lady Gaga, ou Lady Gaga que tinha cantado Madonna? Muitos dançarinos, muita luz, muita cor em todo esse segmento que não tinha maiores pretensões a não ser divertir e cutucar Lady Gaga.

 

4 GIRL GONE WILD

Uma abertura bem longa leva até Girl Gone Wild que encanta com os blocos que sobem e descem e que além de tudo também são telões e passarelas. Madonna dança muito e está muito bonita nessa abertura. Apenas me pergunto o porquê do sample de Material Girl no meio da música ...

 

5 CANDY SHOP

Sim, ela, a queridinha de Madonna (ela queria que Candy Shop fosse o 1º single de Hard Candy) está de volta. Muitos fãs torcem o nariz para a faixa de abertura de HC mas vamos concordar que a versão apresentada em MDNA Tour é muito boa, classuda, uma surpresa para nossos ouvidos.

 

MENÇÃO HONROSA

- Madonna lembrando os 30 anos de lançamento de Everybody em San Jose e cantando o single foi fofo.

- Madonna e equipe estarem atentos a tantos fãs comentando como Die Another Day e Beautiful Killer combinavam e então, no show curtinho feito no Olympia na França Madonna faz essa performance, amamos surpresa.

PODERIA SER MELHOR

- Hung Up, que surto foi esse?

- Turn Up The Radio é uma música que precisava ter tido uma performance mais animada.


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

WORLD PREMIÈRE: New DONNY´s Single Edits


Nosso querido Donny trabalha rápido!
 HOLIDAY SHARE lança com exclusividade duas Single Edit de Donny.

Je T'Aime Moi Non Plus, canção Francesa de 1969 que foi performada ao vivo por Madonna no show especial no L'Olympia em Paris durante a MDNA Tour.
 A versão studio vazou ontem.


The Beat Is So Crazy, faixa gravada nas sessões de Hard Candy vazou meses atrás.
 A versão, cantada por Eve e com refrão cantado por Madonna foi 
produzida por Pharrell Williams. A faixa foi cedida para Eve mas ficou de fora de seu album e acabou ficando de fora de Hard Candy também. A versão cantada apenas por Madonna vazou hoje e Donny já produziu sua Single Edit.


Je T´aime Donny!
Covers: Anhell / Madonna Fan Made Covers



sábado, 5 de janeiro de 2013

MDNA World Tour Live In Brazil (Rio, SP e Porto Alegre)




Feliz Ano Novo!
A primeira postagem desse ano não poderia deixar de ser especial e muito desejado por todos. MDNA World Tour live in Brazil, o áudio dos 4 shows! Que post maravilhoso, os links foram gentilmente cedidos por meu amigo CoSmiK que postou os shows em sua página no Facebook e foi muito querido em liberar os links para a
 postagem aqui no nosso HOLIDAY SHARE.

Preciso escrever mais sobre essa postagem?
Curtam os 4 shows, lindo final de semana para todos e estou de volta. Feliz Ano Novo.

CoSmiK, MUITO OBRIGADO.

Curtam a página do CoSmiK AQUI / HERE.
Curtam a página do HOLIDAY SHARE AQUI / HERE.


























sexta-feira, 3 de agosto de 2012

OPINIÃO MADÔNNICA: MDNA Tour - Impressões de um fã! (By Jorge Luiz)



A coluna OPINIÃO MADÔNNICA volta com tudo, uma super resenha escrita por meu amigo Jorge Luiz após assistir 3 show da MDNA Tour. Lembrem-se pessoal, essa coluna está aberta para a sua participação!


MDNA TOUR - Impressões de um fã! By Jorge Luiz

Terça, 24 de Julho de 2012 às 11:50 ·

28 e 30 de Junho de 2012 em BERLIM e 14 de Julho 2012 em PARIS

A principio, é necessário avisar a quem for ler esse relato, que ele foi feito por um fã. Não há aqui o propósito do texto jornalístico ou investigativo.

Aqui proponho dar algumas informações adicionais ao que muita gente já sabe. É o ponto de vista de alguém que foi assistir a MDNA Tour e que saiu muito, mas muito surpreendido com o que viu. É uma leitura extremamente pessoal do show!

1º Bloco: Transgression

A transgressão do bloco já se inicia com uma missa onde temos o Trio Kalakan anunciando a chegada da Madonna juntamente com vários bailarinos e uma figuras extremamente exóticas e até mesmo assustadoras. A projeção da Catedral é absolutamente perfeita, juntamente com os sons de cordas, sinos, do turibulo passando de um lado para o outro sobre a cabeça da plateia, dos trovões...é tudo muito bonito e é sem dúvida uma das aberturas mais fortes e emblemáticas da Madonna. Ali se percebe vários elementos da carreira dela: religião, culpa, casamento, pecado, coral entoando canções sacras, figuras estranhas. O ambiente já está sendo preparado pra sua chegada. Apesar do excesso de informações no palco, é tudo muito direto.

Ao primeiro OH MY GOD! a plateia vai ao delírio e já sabe que agora a viagem não tem mais volta. O som dela quebrando o oratório com a arma é ensurdecedor e já define o bloco inteiro: raivoso, escuro, denso, violento, sem meias palavras. É uma Madonna emputecida com tudo e com todos. A associação feita da tiara e véu do seu casamento com Guy Ritchie é mesmo impressionante. É como se ela dissesse: “Pronto, acabou mesmo, agora volto a ser quem eu sempre fui!!!”. Detalhe, aqui a noiva está de preto. Eu faço uma analogia ao filme A NOIVA ESTAVA DE PRETO, que não por coincidência, serviu de inspiração pra KILL BILL. (http://www.cineplayers.com/filme.php?id=2302).

Apesar do tom sinistro da abertura, GGW meio que chega pra quebrar essa tensão. Madonna, megasexy, numa roupa preta coladíssima dançando com homens sem camisa e de salto alto nos altares da Igreja. O bloco não se chama transgressão por acaso né? Ali a vemos fazer o que ela sabe melhor, nos deixar embasbacados com a coreografia e a precisão do número. Tudo é milimetricamente perfeito e bem executado.



Revolver é uma gratíssima surpresa. A música magnificamente bem trabalhada com ela suas “bandidas” apontando armas pra tudo que é canto. A plateia fica visivelmente rendida aquela mise-en-scène toda. O refrão da música faz com que todo mundo cante junto. Só não me pergunte como é a projeção do Lil Wayne, pois com a Madonna e as Bandidas dando cambalhotas no palco eu não olhei nenhuma vez praquele exu não!

Gang Bang, como já era de se esperar, deixa todo mundo em polvorosa. É impressionante como os fãs amam essa música. Toda a teatralidade do número, dá um certo ar intimista à interpretação da Madonna no Paradise Motel. Os sons dos tiros e do helicóptero são impressionantes, não só por parecer bem reais como pelo altura. Cada vez que ela mata alguém, a plateia delira! Mas o ponto alto é a partir do... “Over and over And over...” Imaginem uma arena ou um estádio inteiro gritando “Now drive bitch...I said drive bitch…And while you're at it, die bitch…That's right drive bitch”. É uma sensação incrível.

Papa Don’t Preach funciona mais como ponte pra Hung up. Ela só canta um pedacinho, praticamente na versão original do disco. Mas vê-la na ponta da passarela ajoelhada, vulnerável, é muito emocionante também. Apesar de curtinha é bem marcante.

O número de Hung Up é bom. Ela amarrada, amordaçada, sendo jogada pra cima e pra baixo, com projeções que remetem a rituais e as drogas. Só acho que a escolha da música foi errada e o número quebra o ritmo acelerado e pulsante do bloco. Talvez se no lugar de HU fosse Bad Girl ou Die Another Day, funcionasse melhor.

I Don’t Give A é maravilhosa! Nunca imaginei dizer isso (porque a junção Madonna + guitarra me irrita), mas ela tá sexy, com pose de roqueira. É uma música que foi absolutamente bem trabalhada. Os riffs de guitarra e a banda (totalmente ao vivo) dão conta do recado. A projeção da Minaj é impecável e cabe muito bem no número. Outro pronto arrepiante é na hora que ela fala: “There’s only one Queen...” pq toda a plateia fala junto. O Trio Kalakan fazendo o coral no início e principalmente no final faz com que o número se torne épico com a imagem da cruz e a iluminação extremamente eficiente que dá o tom dramático ao desfecho.

O interlude Best Friend/Heartbeat encerra a parte mais pesada do show. Os sons de ossos quebrando enquanto os bailarinos fazem uma performance de cair o queixo. Mas projeção apesar de triste não é pesada e é muito bonita e lembra muito Oh Father!. Fica um certo alívio quando acaba. Mas também da orgulho de ver números tão bem trabalhados.

2º bloco: Prophecy

Ela de baliza, linda, loura, sorridente, jovial, fresquinha da silva nos faz esquecer toda a dureza do 1º bloco. Express Yourself já nasceu clássico nessa tour. A junção com Born This Way da Lady Gaga é a melhor resposta que ela poderia ter dado à toda polêmica de plágio. Nessa hora a plateia inteira canta junto e ri muito da piada e dos monstrinhos nos telões. O que poderia soar arrogante, vingativo e pesado, fica engraçado e diluído no meio de tantas cores e da alegria da performance. Mais uma prova que a Madonna está vários passos a frente de suas wannabes e que sabe o que faz.



Give Me All Your Luvin’ é outra música que ficou muito bem trabalhada. As cores, os soldadinhos, as balizas, os pompons...tudo funciona. E quando ela vai pra ponta do palco no finalzinho, ela mostra o que anos e dança e muito ensaio podem fazer. Os soldadinhos em cima do palco é outro show a parte. Não tem como ficar não ficar extasiado com aquilo. É de uma perfeição absoluta. A gente fica procurando os fios, as cordas e não acha nada! Lindo de se ver ao vivo.

Turn Up The Radio poderia ter sido um “batecabelo”. Talvez pq todo mundo esperasse isso (inclusive eu), ela fez totalmente diferente. Mas querem saber? Ela funciona tão bem, é tão forte, tão vibrante, tão emocionante que a gente nem lembra que ela tá com a guitarra. Quando chega no refrão e escutamos todo mundo pulando e cantando junto é um momento muito massa. Aí eu penso: ela sabe o que faz, pois é o momento “vamos cantar juntos”.

Open your heart/ Sagarra Jo é outro momento lindo. Como duas músicas tão distintas e distantes podem casar tão bem. Parece até que foram feitas como complemento uma da outra. Os bailarinos são um show a parte. Eles são tão bons que quando eu fiquei no Golden, eu olhava mais para eles do que para Madonna. Eles fazem coisas indescritíveis e inacreditáveis. Dá impressão que eles vão cair em cima da plateia, mas como sempre, a precisão dos ensaios faz com que tudo funcione na sincronia exata.

Masterpiece não tem muita novidade. Ela linda, emocionada, falando de amor e mostrando cenas inéditas do W./E. como pano de fundo pra canção. É muito fofa mesmo. Pra quem tá pertinho é uma boa hora pra tirar fotos legais e apreciar o lindo figurino desse bloco. Destaque para as backings e o Kalakan que dão um tom mais classudo à música.

3º Bloco: Masculine/Feminine

Na minha opinião o melhor bloco da tour. O mais “Madonna” de todos e onde ela está mais linda,mais sexy e mais sacana.A projeção de Justify My Love é melhor do que todos os clips que ela fez ultimamente. Mesmo adorando os 3 clips da era MDNA, quando a gente vê a projeção, a gente pensa que quando ela quer fazer ela faz. Basta ter motivação. A nova versão da música, misturando várias vozes (infantil, sensual, diabólica...) e os palhaços amedrontando a plateia dão um tom erótico e sarcástico do bloco.

Vogue ela fez pensando nos fãs, podem ter certeza. Quando vemos aquele desfile e os bailarinos vestindo várias peças que de uma maneira ou de outra estão ligadas à ela vemos a intenção de agradar os fãs, principalmente o mais antigos. A entrada lembra muito a de EY da Blond Ambition. Ela absurdamente linda com um penteado ao mesmo tempo sóbrio e sexy e co

m aquele corselet e luvas pretas, leva toda a plateia ao êxtase total. A sonoplastia das máquinas fotográficas também dão um tom vintage ao número. O bom de Vogue é que ela privilegia tanto os que estão no Golden quanto quem está na Pista Premium, pois ela anda na extensão inteira do palco. É só ter calma e esperar que ela venha pra onde nós estamos. E quando ela vai se aproximando a plateia fica totalmente entregue. Ela sabe do que os fãs realmente gostam. Nem sempre ela o faz mas ela sabe o que nos agrada.

Candy Shop me fez pedir perdão por todos os palavrões que eu disse com a Madonna quando soube que essa música estava no set-list. A repaginação dela ficou perfeita, pra dizer o mínimo. Tendo como base “Ashamed of Myself" do kelley Polar (http://www.youtube.com/watch?v=j0fYBeWaMec) e com trechos de Erotica, a canção ficou bem safada e a loja de doces vira um cabaré dos anos 20. A cenografia e a iluminação desse número deixa todo mundo de boca aberta. Candelabros, luz neon, mulheres, travestis, homens de salto e a Madonna tirando pouco a pouco a roupa dão o rumo que o bloco vai tomando. O finalzinho com ela e o namorado se roçando é um show a parte. Aqui no Brasil esperem pelo pior (para os puritanos) ou o melhor ( para os órfãos do Erotica, assim como eu).

Human Nature é lindo. Os espelhos ao vivo são altíssimos e parecem que estão vivos, acompanhando ela durante todo o número no palco principal. Quando ela desce pra passarela e “dão” uma bengala pra ela (a analogia que faço é a questão da idade, como se dissessem: Madonna use isso, você já está velha demais pra esse tipo de coisa). Mas ela vai meio que se recusando a usar e tentando parecer jovem e sexy (quase tirando a roupa, tocando no sexo, mostrando a bunda ou o peito).

Aí entra Like a Virgin, que pra mim é um dos melhores momentos do show. A música é um clássico e como ela esta “velha” a música é cantada como valsa, meio que se adequando à sua idade. Aí vem a “consciência” dela e a coloca à força de volta ao corselet que a consagrou na época dessa música e solta seu cabelo, fazendo ela parecer mais jovem. Eu entendo como um conflito: a mulher sexy versus a mulher adulta, mãe e já cinquentona. Ela fica tão vulnerável, tão despida, tão entregue que não há como não se emocionar com essa interpretação. O bom é a cumplicidade da plateia, aplaudindo no momento certo e aproveitando pra gritar seu “I love you Madonna!” a cada parada. É lindo, tocante mesmo.

4º Bloco: Redemption

Nobody Knows Me já diz tudo. Podem chama-la do que quiser, mas ninguém sabe realmente quem ela é. A projeção é forte e mexe com tudo. Na França na hora que a figura da política Marina Le Pen apareceu, a plateia gritou alto em sinal de apoio à Madonna (http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/mundo/marine-le-pen-vai-processar-madonna). A cena das fotos dos meninos mortos por bullying também é tocante.

I’m Addicted é bem simples. O figurino é lindo e muito mas muito brilhante mesmo e a Madonna descalça fazendo números de artes marciais de forma bem vigorosa é legal. Não é nada inovador (pois lembra muito Frozen da DWT) mas é muito bonito de se ver, principalmente quando entra os bailarinos e eles dançam todos juntos.

I’m a Sinner privilegia quem vê o número de frente, pois aí da pra perceber bem direitinho que eles estão em cima de trens e ônibus fazendo um tour pela Índia. É bonitinho também e como a música é muito boa e o refrão extremamente pegajoso, todo mundo sai cantando que é u

m pecador e que gosta disso. Mais uma vez o Kalakan faz a diferença. Lá no cantinho do palco, vestidos de branco, eles dão um tom mais espiritualista à canção. Eles realmente são muito bonitos de se ver.

Quando eu soube que ela ia cantar Cyberraga eu pensei: Essa mulher tá ficando doida é? Cantar um b-side numa língua que ninguém conhece. Só pode se louca! Mas quandocomeça é tão lindo eles juntos e ela com aquele pandeiro que eu fiquei totalmente rendido. O bom é que cabe e muito com o finalzinho de I’m a Sinner! Uma música complementa a outra. Tudo a ver com o bloco. O final da canção é um mantra perfeito. Uma canção que me ganhou totalmente.

Com Like a Prayer, ela continua na vibe espiritual que dá a direção do bloco. Como sempre, é lindo de se ver e ouvir ao vivo. Umas das partes mais emocionantes do show. LAP é hino por excelência, e com todos cantando juntos fica mais épico ainda. Quando ela se aproxima do público com o microfone na mão e pedindo a todos para cantar é uma emoção ímpar. Sem arriscar muito e sendo bem eficaz, a canção encerra a “missa” do início, com os mesmos sinos.



Celebration vem para provar que ela ainda tem muito pano pra manga. Dançando e algumas vezes cantando, o número é animado e dá uma sensação positiva ao terminar o show. É a junção do clássico anterior com o moderno de agora. Mesmo muita gente torcendo o nariz, a música funciona bem para finalizar tudo que foi visto e ouvido.

Resumindo: A MDNA Tour não tem esse nome à toa. Ela conta toda a história da Madonna. Ali nós vemos as fases dela como pessoa, como ser humano, como Diva e como Rainha. É literalmente o dna da Madonna que tá ali. O show é enxuto, coeso, direto, sem muita firula e sem meio termo. Quem assistir ou vai amar ou vai detestar.

E outra, por mais que a gente assista aos vídeos pela internet, nada se compara vê-la ao vivo, pois ao contrário dos seus contemporâneos, ela esta linda, em forma, dançando e cantando pra todo mundo ver. Por mais que haja muita cenografia e efeitos, a MDNA Tour volta à raiz da Madonna, o palco por excelência, tendo o canto e dança contando várias histórias. Os fãs vão se identificar com várias partes do show, vão se ver nele, vão rever muitas coisas e sairão tocados com algo que foi dito ou vista naquele palco.

Bom, é isso aí! Obrigado por que conseguiu chegar até o fim do meu relato e posso dizer para vocês: eu sou um fã orgulhoso e realizado. Muito do que eu sou, devo à essa mulher e à sua atitude perante o mundo! Se um dia eu pudesse falar com ela eu só diria “Obrigado Madonna”, dava um beijo nela e sairia feliz da vida!

Valeu!!!!!!

Jorge Luiz – Julho de 2012



sexta-feira, 27 de julho de 2012

Je T´aime - Live At Paris Olympia




E o esperado show de Madonna no Teatro Olympia aconteceu. Não o que era esperado, na verdade a MDNA Tour ganhou sua versão pocket show. Não foi ruim mas os fãs esperavam mais é claro.

Madonna cantou 8 músicas incluindo a deliciosa Beautiful Killer (próximo single?! adoraria) com a melodia de Die Another Day. 

Continuo em viagem e com pouco tempo. Lindo final de tarde.


Covers: Twenty5&More
Link: Madonnarama








quinta-feira, 26 de julho de 2012

Watch here! THE MDNA TOUR live at Paris Olympia










É hoje! MDNA Tour online para todos!



É hoje!
 Para quem puder assistir (infelizmente não será para possível para esse que vos escreve) Madonna e sua MDNA Tour estarão online a partir das 17h no canal abaixo. 

O show será no Teatro Olympia em Paris para um pública de apenas cerca de 2700 pessoas.

Haverá surpresas!

Bom show!




segunda-feira, 9 de julho de 2012

MDNA Tour Studio Version Fan Made






Nova semana, novos lançamentos. Esse em questão já foi divulgado em outros blogs mas o material é muito bom e tem que aparecer aqui no seu HOLIDAY SHARE.

MDNA Tour continua sendo um sucesso em todo o mundo e aos poucos os fãs vão criando suas próprias studio versions. O link abaixo é uma compilação de diversas studio versions que já apareceram na net, algumas são praticamente perfeitas enquantos outras ... são outras.

Linda semana, essa semana será muito apertada para as postagens mas estarei por aqui, continuem comentando, agradecendo, compartilhando ou reclamando, desde que participem!

Cover: Madonna Freak
Link: Twenty5&More

quarta-feira, 6 de junho de 2012

MDNA Tour - Live From Israel



MDNA Tour finalmente teve sua estréia mundial em Tel Aviv, Israel.
O show trouxe surpresas e decepções. Depois de assistir centenas de videos, minha opinião sobre essa nova era tornou-se ainda mais forte: o show é tão confuso quando o próprio album. Para celebrar 30 anos de carreira poderia ser um show um pouco mais "Madonna". E muitos fãs pensavam que Confessions Tour era um show estranho, nos enganamos!

DECEPÇÕES: Assisti a dezenas de videos e vejo o quanto Madonna inovou em algumas partes enquanto usou do repeteco em outras. Segundo foi publicado Madonna não usaria nada que usou no Super Bowl, exceto a parte em que é feito slackline; acho que ela mudou de idéia. Vogue usou o mesmo video, Like A Prayer, embora seja perfeita é um repeteco; além de uma roupa horrível. Revolver, Celebration, Human Nature e Candy Shop ... por quê? GMAYL levanta o pessoal e Revolver literalmente "mata" o ânimo geral. Hung Up sempre é bem vinda, é ótima mas a versão MDNA deixou a desejar assim como Celebration como número final. Celebration é muito boa mas como última música deveria ser um hino de verdade. As especulações sobre Physical Attraction e Everybody ficaram mesmo só na imaginação dos fãs. Preferia Everybody do que Celebration. novamente Madonna abusa de sensualidade que não é necessário. Os dois últimos blocos poderiam ser muito diferentes, o show começa animado, aumenta a animação com Express Yourself e vai esfriando, esfriando, congelando em Celebration. O último bloco deveria apresentar músicas antigas e não duas faixas de MDNA embora tenham sido boas performances. E cadê a simpatia de Madonna? Praticamente não interage com os fãs, que pagaram e caro pelo show! Senti Madonna muito distante nesse show. E os penteados? E os figurinos? E talvez a maior decepção do show: Turn Up The Radio. Uma das melhores faixas de MDNA ganha uma performance de Madonna e sua guitarra e nada mais. Essa música merecia uma grande performance, coreografia, alegria! E Love Spent e Falling Free ficarem de fora fecham o pacote de decepções.

SURPRESAS: Madonna ter incluído Open Your Heart, Papa Don´t Preach (obrigado) foram grandes surpresas! A versão de Like A Virgin também é interessante. Adorei a abertura, embora um pouco parada; mas combinou perfeitamente com a proposta. Não gosto de Gang Bang mas adorei o cenário produzido para contar essa história. Eu amo I Don´t Give A e a versão ao vivo é contagiante, adorei Madonna com a guitarra nessa música e o video inédito de Nicki Minaj. Gostei de dois dos videos produzidos para o show, Best Friend chega a ser tocante e Nobody Knows Me com a colagens e a mensagem contra bullying  é excelente. Parabéns por essa iniciativa. Não pensei em ouvir Express Yourself ao vivo novamente, gostei mas não concordei com a mensagem a Lady Gaga, Madonna não precisa de mais provocações. GMAYL se transformou em um grande show, ótima essa nova versão. MDNA Tour também surpreende pelo exército de dançarinos em especial em GMAYL. Ótima inovação! Masterpiece ficou linda em sua simplicidade, Madonna é muito mais linda na simplicidade. O palco em V é ótimo, mas infelizmente Madonna não passa muito tempo nele. Iluminação, cenários, telões, maravilhoso!
Vamos aguardar mais videos e o show ao vivo para mais opiniões.

Quanto ao album, o link é do ótimo Madonna Online que gravou o show e a qualidade é muito boa e capas produzidas por Alê Sagatto. Obrigado.













segunda-feira, 28 de maio de 2012

MDNA Worl Tour Tel Avid Rehearsals




Agora é oficial! Os ensaios do MDNA World Tour começaram a vazar logo no primeiro ensaio em Tel Avid.  Além do aúdio, novas fotos já estão na internet. Afirmo o que escrevi no post anterior, o cabelo de Madonna está terrível.

MDNA será um grande show técnico novamente, mas o track list que está  na internet seguno esses ensaios  não gostei, cadê Love Spent e Falling Free?


Gracias: Madonna Chile

Password: www.madonnachile.cl








sábado, 26 de maio de 2012

MDNA WORLD TOUR: Expectativas, receios, desejos.



Trinta anos se passaram desde que o mundo veio a conhecer timidamente Madonna com Everybody. Quem diria que Madonna, que nem apareceu na capa do primeiro single iria conquistar o mercado da música  mundial. Madonna é a última lenda viva, remanescente de um tempo em que a luta pelo sucesso realmente existia e só os bons sobreviviam. Devido ao avento da internet, hoje o mercado musical é supérfluo e passageiro, qualquer pessoa pode fazer sucesso e no outro dia cair no completo esquecimento.


Madonna é ícone, lenda, rainha do pop, controversa, amada, odiada, cantora, atriz, escritora, compositora, mulher e mãe. Madonna é única e seu reinado nunca será passado para outra, é utopia pensar que alguém hoje ou no futuro, por melhor que seja seu desempenho, irá chegar perto do que Madonna e Michael Jackson conquistaram..



Pensando no que já vi em outras tours e no que podemos ver na nova tour, MDNA World Tour muitos desejos se manifestaram afinal essa tour celebra os 30 anos dessa carreira única e muitas perguntas existem:
Iremos gostar do que veremos?
Madonna irá valorizar o apreço que os fãs tem por ela?
Madonna irá revisitar os grandes hits das décadas de 80 e 90? Décadas em que Madonna vendeu mais.

São muitas perguntas, e por enquanto não temos muitas respostas concretas, muito se tem falado, diversos tracklist "oficiais" já foram publicadas. Resolvi escrever esse texto apenas para expressar o que eu gostaria de ver nessa tour e sei que muito do que desejo também é o seu desejo!

Meu primeiro desejo, sonho ou devaneio seria poder ver Madonna novamente sendo escoltada pelas incríveis Donna DeLory E Niki Harris. Quem, ao ver a performance de Music na Confessions Tour não imaginou a presença das duas? Donna estava na tour mas praticamente nem apareceu. Quem não lembra saudoso das três em performances marcantes como Like A Prayer (BA), Into The Groove (BA), Rain (TGS), La Isla Bonita (TGS), Holiday (DWT) entre outras? Desde Re-Invention Tour Madonna não tem usada tanto o talendo das backing vocals, Confessions Tour menos ainda até que sumiram completamente em Sticky & Sweet Tour. Das backing vocal de SS só sei que uma é Nicki Richards e a loira, quem é? Ah Madonna, volta as origens e usa as backing vocals! Donna e Niki talvez não teriam o pique para uma nova tour, mas seriam bem vindas em um acústico (outro sonho).

O tracklist é uma grande preocupação de todos. Tenho lido sobre até um retorno de Dita ... o que ela está pensando? Madonna também nunca esteve tão violenta como na letra de Gang Bang, por quê? Uma artista deve trazer alegria para os fãs ... já temos muita violência e imoralidade mundo afora. O que pode ser agregado as famílias e sociedade mais um espetáculo imoral e violento? Nada!

MDNA é um sucesso, todos sabem; mas não é o sucesso nem teve a publicidade que nós fãs esperávamos como uma promo tour e performances em programas de TV como foi feito maravilhosamente na era ROL e COAD.
Comenta-se que músicas como I´m Addicted, I´m A Sinner e Best Friend ganharão prioridade e destaque do que hits do passado como Holiday. I´m Addicted não caiu no meu gosto, mas espero mudar de idéia assim como aconteceu com a (agora) perfeita Paradise (Not For Me), só depois de Confessions Tour é que mudei minha opinião sobre essa faixa do album Music.

Para a felicidade geral há comentários sobre Physical Attraction que nunca foi performada ao vivo a não se no raro show no Uncle Sam! Entretanto Hung Up, Music e Ray Of Light provavelmente estarão na tour, novamente! Ray Of Light teve uma única performance digna: no Oprah Winfrey Show! A melhor performance para essa faixa. Music não ouço faz muito tempo, gosto muito da performance de Re-Invention Tour. Nas fotos dos ensaios podemos ver os dançarinos com fones de ouvidos, será que serão usados para Music? Essas três músicas que citei são hinos, mas nenhuma tem o efeito da eterna Holiday. 

Desde Drowned World Tour Madonna usa o violão e a guitarra! Vê-la tocando na ótima Candy Perfume Girl foi ótimo, mas nas turnês mais recentes ela tem abusado. Repito, como seria maravilhoso um acústico de Madonna. Na American Life Promo Tour Madonna chegou muito próximo de um acústico, por isso adoro essa era.


Cadê as baladas? Time Stood Still e I´ll Remember nunca serão lembradas? Se Madonna quer um momento que seja imensamente tocante para o público, conseguiria certamente com essas duas linda canções. Another Suitcase In Another Hall também iria comover. MDNA trouxe duas lindas canções, Masterpiece e Falling Free. Tenho esperança que as duas sejam (bem) aproveitadas na tour.

Gostei muito que Madonna usou um tempo da Sticky & Sweet World Tour para ouvir os fãs e cantar o que pediam. Isso é ótimo, queremos e precisamos sentir que aquela estrela no palco pode se aproximar dos fãs, conversar, agradecer, brincar! Certa vez vi um video no youtube (nunca mais encontrei, se alguém tem o link manda por favor) em que Madonna na Confessions Tour foi com os seguranças andar pertinho dos fãs, ganhou um ursinho. Raridade!

Agora  começou a enxurrada de fotos do Dress Rehearsals! Boas fotos realmente, aumentam e muito a curiosidade que já é imensa. Vemos claramente que Madonna irá mexer com religião novamente e como citei acima, violência. O figurino me chamou atenção mas o topete de Madonna ...  muito feio.

Madonna irá arrasar novamente, haverá novos dançarinos, novos músicos, muita tecnologia e muitos fãs amando e  odiando, querendo mudar isso ou aquilo. Por isso escrevi esse texto agora antes de ver o show.  Agora só resta as expectativas, receios e desejos.  

Boa noite.